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 ***POETRIX

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RONALDO RHUSSO

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MensagemAssunto: ***POETRIX   Seg 15 Nov 2010, 22:34

POETRIX: UM JEITO BRASILEIRO DE FAZER TERCETOS
Por Lílian Maial
Publicado na net em 10/01/2009


Desde seu nascimento, no final da década de 90, o poetrix vem causando polêmica, além de demonstrações dramáticas apelativas de arroubos críticos nos desavisados, ou aqueles que se ocupam em criticar o que não entendem, o que não conhecem a fundo, ou o que simplesmente ignoram. Em alguns casos, apenas o desdém dos que não participaram de seu nascimento.
Goulart Gomes, poeta baiano, é um aficionado pela língua portuguesa, um estudioso de seus signos, e um inteligente defensor de neologismos. Goulart – poeta premiado – freqüentava grupos de estudo e discussão dos haikais, porém, como bom brasileiro (e baiano), percebeu que o haikai é um produto genuinamente oriental, interessando as quatro estações do ano (muito bem delimitadas no Japão), como uma fotografia de instantes poéticos. Nada a ver com nosso modo irreverente, sarcástico e social de fazer poesia. Nada a ver com os modernismos que já eram impostos aos tercetos tropicais, banalizando a terminologia nipônica que tão bem define e pratica o haikai.
Assim, Goulart deixa os grupos de haikais, como um dissidente inquieto, e elabora um manifesto, numa tentativa de “abrasileirar” os tercetos, diferenciando-os dos haikais.
Ora, basta viajar um pouquinho na literatura e na história de todas as línguas, para saber que desde o início do uso da palavra e, a partir dela, da poesia, que os poemas vêm sendo escritos em versos únicos, dísticos, tercetos, quartetos, redondilhas, e daí por diante. Dizer que alguém criou o terceto, é como querer dizer que alguém pretendeu pegar a chuva e criar o orvalho, ou a garoa.
Assim, o que Goulart fez foi ordenar os tercetos, adequar algumas normas, para que ficasse delineado o “perfil” do “terceto tropical”, criar a nomenclatura “poetrix” (que não tem plural), que deriva de “Poe” (de poesia) e “trix” (de três – três versos).
Como qualquer novidade lançada no mercado, há os que aplaudem, os que apedrejam, os que desconfiam e os que se surpreendem por não terem antes pensado naquilo. No meio literário, então, a desconfiança e o despeito (inveja) são mais acirrados, e a crítica (?) tende a derrubar sem maiores argumentos, apenas por se tratar de algo novo. No entanto, o que a crítica (?) não contava era com a modernidade, com a Internet, com a globalização, com a urgência do mundo moderno, em termos de informação em tempo disponível para absorvê-la. Desta forma, a juventude poética e, notadamente, a cibernética, recebeu muito bem o poetrix, embora timidamente.
Goulart, que já era poeta, autor publicado e amante das letras, criou o MIP (Movimento Internacional Poetrix), onde passou a divulgar a idéia, e a acumular adeptos, que estudavam e treinavam na arte da síntese, da argúcia, da surpresa, sem deixar de lado a dona de tudo: a poesia.
Depois de quase uma década, o que se vê é o poetrix difundido pelos quatro cantos do mundo, com aceitação universal, e com a marca da brasilidade em sua gênese, ao menos em seu conteúdo, já que a forma é a simples organização em três versos.
Goulart e os “poetrixtas” (praticantes do poetrix) nunca pretenderam ter inventado nada, ainda porquanto em poesia nada se cria... No entanto, Goulart deu um nome ao que já era praticado por exímios poetas brasileiros (e estrangeiros), que chamavam de haikai todo e qualquer terceto, sem a obediência às normas mais simples do terceto oriental, que são justamente o instante da natureza fotografado pelo poeta, voltado para as quatro estações do ano. Nomes como Leminski, Millôr, Savary, Drummond e outros tantos, já praticavam o poetrix, apenas usando a terminologia oriental (erradamente, em sua definição).
A “crítica” não abalizada, aquela que apenas aponta e destila um veneninho básico, sem sequer se dar ao trabalho de estudar a fundo a questão, e com uma enorme vontade de depreciar tudo o que vem do Brasil e de brasileiros, usa de expressões jocosas, por vezes chulas, de extremo mau gosto, ao invés de discutir e buscar entender o que se pretende, sem preconceitos inadmissíveis aos críticos de arte. O verdadeiro crítico, o que tem estudo e que guarda profundo conhecimento, esse não dispara impropérios no escuro, não se prende a impressões pessoais e gostos tendenciosos.
O que é fato é que o poetrix “pegou”. E a criatividade do brasileiro é tamanha, que novas e originais formas foram surgindo, como o duplix (uma dificílima combinação de dois poetrix independentes, formando um único poema), o grafitrix (cartões unindo imagem e poetrix) e as cirandas temáticas. E Goulart não alterou regras do haicai, porque simplesmente o poetrix não tem nada a ver com o haicai, a não ser o fato de ter também três versos.
Nossos escritores de nome, citados acima, e muitos outros ainda, já faziam tercetos satíricos, sociais, eróticos, e batizavam erradamente de haikai (ou haiku), pois que não se baseavam em cenas das quatro estações e, em sua maioria, não obedeciam à métrica 5-7-5. Então, como denominar aqueles tercetos drummonianos, leminskianos, savarianos? Poetrix. Sim, poetrix! Nossos maravilhosos e consagrados poetas faziam o que hoje conhecemos como poetrix. Goulart não inventou o terceto, mas deu nome a um tipo de terceto tipicamente brasileiro, já praticado a rodo, e que vinha sendo chamado de haiku (ou haikai), sem sê-lo.

Naturalmente, assim como em todos os gêneros literários, encontramos os bons poetrixtas, os aplicados, os dotados, assim como os oportunistas e os absolutamente incapazes. Culpar o poetrix? Como? Culpar o haiku ou Bashô pelos haikais sem graça de tantos e tantos de seus seguidores? Culpar Shakespeare ou os sonetos pela enxurrada de pseudo-sonetistas modernos? Culpar Bilac por não terem os poetas atuais os ouvidos de ouvir estrelas? Ora! Não se pode culpar nem a poesia pela avalanche de pseudo-críticos também... (e muito menos a Internet).
Para fazer um bom poetrix, dentro das normas e absolutamente COM POESIA, é necessário ser poeta, estudar, treinar, arriscar, burilar. Não basta pegar uma frase de efeito e dividir em três e dar um título. É preciso muito mais, pois o bom poetrix é muito difícil de ser alcançado.
Para conhecer bem o poetrix, suas diferenças do haikai e suas normas, além dos poetrixtas mais destacados no Brasil e no mundo, basta visitar o site http://www.movimentopoetrix.com
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RONALDO RHUSSO

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Seg 15 Nov 2010, 22:38

Lindo

Ver nascer
a liberdade
com asas brilhantes!

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Mariah Bonitah

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 09:41

RONALDO RHUSSO escreveu:
Lindo//Doce

Ver nascer//Num ato de amor
a liberdade//a emoção...a poesia...
com asas brilhantes!//Seduzindo o poeta enamorado

RRhusso//MBonitah
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HM Estork CCoelho

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 15:19

Lindo//Doce//Sorrindo

Ver nascer//Num ato de amor//Desenhar a vida
a liberdade//a emoção...a poesia...//Até a saudade
com asas brilhantes!//Seduzindo o poeta enamorado//Da poesia... Eterna amante!

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 16:49

Obed de Faria Junior escreveu:

Tempo // Momento

O passado é pra consulta.// Informação e acertos
O presente é pra consumo.// Satisfação... prazer...
O futuro é pra confusos. // Reflexão e entendimento

Obed de Faria Junior // MBonitah
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MensagemAssunto: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 16:56

..


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Joseph Shafan

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MensagemAssunto: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 17:29

Me fez desaforo

Mostrou abertura
entrei com tesouro
cortou com tesoura

Joseph Shafan
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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 17:58

RONALDO RHUSSO escreveu:
POETRIX: UM JEITO BRASILEIRO DE FAZER TERCETOS
Por Lílian Maial
Publicado na net em 10/01/2009


Desde seu nascimento, no final da década de 90, o poetrix vem causando polêmica, além de demonstrações dramáticas apelativas de arroubos críticos nos desavisados, ou aqueles que se ocupam em criticar o que não entendem, o que não conhecem a fundo, ou o que simplesmente ignoram. Em alguns casos, apenas o desdém dos que não participaram de seu nascimento.
Goulart Gomes, poeta baiano, é um aficionado pela língua portuguesa, um estudioso de seus signos, e um inteligente defensor de neologismos. Goulart – poeta premiado – freqüentava grupos de estudo e discussão dos haikais, porém, como bom brasileiro (e baiano), percebeu que o haikai é um produto genuinamente oriental, interessando as quatro estações do ano (muito bem delimitadas no Japão), como uma fotografia de instantes poéticos. Nada a ver com nosso modo irreverente, sarcástico e social de fazer poesia. Nada a ver com os modernismos que já eram impostos aos tercetos tropicais, banalizando a terminologia nipônica que tão bem define e pratica o haikai.
Assim, Goulart deixa os grupos de haikais, como um dissidente inquieto, e elabora um manifesto, numa tentativa de “abrasileirar” os tercetos, diferenciando-os dos haikais.
Ora, basta viajar um pouquinho na literatura e na história de todas as línguas, para saber que desde o início do uso da palavra e, a partir dela, da poesia, que os poemas vêm sendo escritos em versos únicos, dísticos, tercetos, quartetos, redondilhas, e daí por diante. Dizer que alguém criou o terceto, é como querer dizer que alguém pretendeu pegar a chuva e criar o orvalho, ou a garoa.
Assim, o que Goulart fez foi ordenar os tercetos, adequar algumas normas, para que ficasse delineado o “perfil” do “terceto tropical”, criar a nomenclatura “poetrix” (que não tem plural), que deriva de “Poe” (de poesia) e “trix” (de três – três versos).
Como qualquer novidade lançada no mercado, há os que aplaudem, os que apedrejam, os que desconfiam e os que se surpreendem por não terem antes pensado naquilo. No meio literário, então, a desconfiança e o despeito (inveja) são mais acirrados, e a crítica (?) tende a derrubar sem maiores argumentos, apenas por se tratar de algo novo. No entanto, o que a crítica (?) não contava era com a modernidade, com a Internet, com a globalização, com a urgência do mundo moderno, em termos de informação em tempo disponível para absorvê-la. Desta forma, a juventude poética e, notadamente, a cibernética, recebeu muito bem o poetrix, embora timidamente.
Goulart, que já era poeta, autor publicado e amante das letras, criou o MIP (Movimento Internacional Poetrix), onde passou a divulgar a idéia, e a acumular adeptos, que estudavam e treinavam na arte da síntese, da argúcia, da surpresa, sem deixar de lado a dona de tudo: a poesia.
Depois de quase uma década, o que se vê é o poetrix difundido pelos quatro cantos do mundo, com aceitação universal, e com a marca da brasilidade em sua gênese, ao menos em seu conteúdo, já que a forma é a simples organização em três versos.
Goulart e os “poetrixtas” (praticantes do poetrix) nunca pretenderam ter inventado nada, ainda porquanto em poesia nada se cria... No entanto, Goulart deu um nome ao que já era praticado por exímios poetas brasileiros (e estrangeiros), que chamavam de haikai todo e qualquer terceto, sem a obediência às normas mais simples do terceto oriental, que são justamente o instante da natureza fotografado pelo poeta, voltado para as quatro estações do ano. Nomes como Leminski, Millôr, Savary, Drummond e outros tantos, já praticavam o poetrix, apenas usando a terminologia oriental (erradamente, em sua definição).
A “crítica” não abalizada, aquela que apenas aponta e destila um veneninho básico, sem sequer se dar ao trabalho de estudar a fundo a questão, e com uma enorme vontade de depreciar tudo o que vem do Brasil e de brasileiros, usa de expressões jocosas, por vezes chulas, de extremo mau gosto, ao invés de discutir e buscar entender o que se pretende, sem preconceitos inadmissíveis aos críticos de arte. O verdadeiro crítico, o que tem estudo e que guarda profundo conhecimento, esse não dispara impropérios no escuro, não se prende a impressões pessoais e gostos tendenciosos.
O que é fato é que o poetrix “pegou”. E a criatividade do brasileiro é tamanha, que novas e originais formas foram surgindo, como o duplix (uma dificílima combinação de dois poetrix independentes, formando um único poema), o grafitrix (cartões unindo imagem e poetrix) e as cirandas temáticas. E Goulart não alterou regras do haicai, porque simplesmente o poetrix não tem nada a ver com o haicai, a não ser o fato de ter também três versos.
Nossos escritores de nome, citados acima, e muitos outros ainda, já faziam tercetos satíricos, sociais, eróticos, e batizavam erradamente de haikai (ou haiku), pois que não se baseavam em cenas das quatro estações e, em sua maioria, não obedeciam à métrica 5-7-5. Então, como denominar aqueles tercetos drummonianos, leminskianos, savarianos? Poetrix. Sim, poetrix! Nossos maravilhosos e consagrados poetas faziam o que hoje conhecemos como poetrix. Goulart não inventou o terceto, mas deu nome a um tipo de terceto tipicamente brasileiro, já praticado a rodo, e que vinha sendo chamado de haiku (ou haikai), sem sê-lo.

Naturalmente, assim como em todos os gêneros literários, encontramos os bons poetrixtas, os aplicados, os dotados, assim como os oportunistas e os absolutamente incapazes. Culpar o poetrix? Como? Culpar o haiku ou Bashô pelos haikais sem graça de tantos e tantos de seus seguidores? Culpar Shakespeare ou os sonetos pela enxurrada de pseudo-sonetistas modernos? Culpar Bilac por não terem os poetas atuais os ouvidos de ouvir estrelas? Ora! Não se pode culpar nem a poesia pela avalanche de pseudo-críticos também... (e muito menos a Internet).
Para fazer um bom poetrix, dentro das normas e absolutamente COM POESIA, é necessário ser poeta, estudar, treinar, arriscar, burilar. Não basta pegar uma frase de efeito e dividir em três e dar um título. É preciso muito mais, pois o bom poetrix é muito difícil de ser alcançado.
Para conhecer bem o poetrix, suas diferenças do haikai e suas normas, além dos poetrixtas mais destacados no Brasil e no mundo, basta visitar o site http://www.movimentopoetrix.com


De fato, RR, há muita gente que escreve mal e tem orgulho disso. Aqui em São Paulo, já fui a palestras onde se escutam coisas que não condizem com a Teoria Literária e nem com o bom senso.

Seja como for, quero escrever aqui meu primeiro poetrix hehe
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HM Estork CCoelho

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 19:23

Karinna escreveu:
Preguiça//Delícia

boceja a noite//Inspirando versos
no cintilar da chuvinha//Expirando paixões
um verso conspira...//E a Lua respira.

Karinna*// HM Estork CCoelho
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Mariah Bonitah

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 20:22

HM Estork CCoelho escreveu:
Karinna escreveu:
Preguiça//Delícia//Carícia

boceja a noite//Inspirando versos//Exalando aromas
no cintilar da chuvinha//Expirando paixões//desejos e canções
um verso conspira...//E a Lua respira.//Acariciando momentos de amor

Karinna*// HM Estork CCoelho // MBonitah
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RONALDO RHUSSO

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Ter 16 Nov 2010, 23:36

Preguiça /Mal em mim

boceja a noite / o eu tão dolente
no cintilar da chuvinha / boceja enfadado..
um verso conspira... / P'ra dar outro ânimo.

Karinna* RRhusso*
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MensagemAssunto: ***POETRIX   Qua 17 Nov 2010, 06:11

Realidade

O céu cinzento
E a melancolia do dia
Que promete ser outro!

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Mariah Bonitah

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Qua 17 Nov 2010, 15:10

Teu beijo

Só mar, só céu,
Depois tempestades...
Vagas azuis de desejos

MBonitah


Última edição por Mariah Bonitah em Qua 17 Nov 2010, 15:21, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Qua 17 Nov 2010, 15:20

Teu olhar

Luminosa dádiva
Em mim se derrama luz intensa...
Um longo abraço de carícias plenas


MBonitah
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MensagemAssunto: ***POETRIX   Qua 17 Nov 2010, 16:24

..


Última edição por Karinna em Qua 13 Jul 2011, 07:42, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Qua 17 Nov 2010, 17:22

Mariah Bonitah escreveu:
Teu beijo//E abraço

Só mar, só céu,//Em teorias e realidades
Depois tempestades...//De pétalas...
Vagas azuis de desejos//Afogados em beijos

MBonitah//HM Estork CCoelho
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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Qua 17 Nov 2010, 17:24

Karinna escreveu:
Da Razão e Emoção//Do corpo e da alma

limite tênue// Imperceptível
quando coração pensa//E a alma divaga
e o pensamento ama...// Por teu corpo clama

Karinna*//HM Estork CCoelho
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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Qua 17 Nov 2010, 17:29

Mariah Bonitah escreveu:
Teu olhar//Teu amar

Luminosa dádiva//Desperta meu ser
Em mim se derrama luz intensa...//Me contempla com vida
Um longo abraço de carícias plenas//E o gozo em alma renascida!


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rommel

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Sex 19 Nov 2010, 08:58

Mariah Bonitah escreveu:



Teu olhar // Teus braços

Luminosa dádiva // Sacrossanto terror
Em mim se derrama luz intensa... // Em mim prende as trevas azuis
Um longo abraço de carícias plenas // Um olhar divino de amores fatais

MBonitah // RWerneck




24 MB
25 RW
_______
49

Deram 49 sílabas, ainda vale? É assim que faz?

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Mariah Bonitah

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Sex 19 Nov 2010, 10:30

rommel escreveu:
Mariah Bonitah escreveu:



Teu olhar // Teus braços

Luminosa dádiva // Sacrossanto terror
Em mim se derrama luz intensa... // Em mim prende as trevas azuis
Um longo abraço de carícias plenas // Um olhar divino de amores fatais

MBonitah // RWerneck




24 MB
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_______
49

Deram 49 sílabas, ainda vale? É assim que faz?

Não sei. Só sei que está maravilhoso!!!
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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Sex 19 Nov 2010, 11:27

Mariah Bonitah escreveu:
rommel escreveu:
Mariah Bonitah escreveu:



Teu olhar // Teus braços

Luminosa dádiva // Sacrossanto terror
Em mim se derrama luz intensa... // Em mim prende as trevas azuis
Um longo abraço de carícias plenas // Um olhar divino de amores fatais

MBonitah // RWerneck




24 MB
25 RW
_______
49

Deram 49 sílabas, ainda vale? É assim que faz?

Não sei. Só sei que está maravilhoso!!!



Vamos esperar o RR responder. É minha primeira vez, tenho dúvidas.
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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Sex 19 Nov 2010, 17:46

.


Última edição por Karinna em Qua 13 Jul 2011, 07:43, editado 1 vez(es)
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JUDAHBEN-HUR

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Sex 19 Nov 2010, 21:46

Pessoal!
As trinta sílabas poéticas fazem parte das regras do poetrix!
Duplix são dois poetrix!
60 sílabas contando as dos títulos.
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rommel

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MensagemAssunto: Re: ***POETRIX   Sex 19 Nov 2010, 21:53

Então eu fiz um duplix com a MB?
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DeniseSevergnini



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MensagemAssunto: Suspensa   Sab 20 Nov 2010, 17:24

Suspensa


Equilibro sentimentos
No voejo da saudade...
Mão do tempo é amparo!

Denise de Souza Severgnini
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