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 O Soneto Alexandrino

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RONALDO RHUSSO

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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Dom 23 Jan 2011, 21:16

rsrs


Paulo Camelo escreveu:
Alguns meses atrás eu fiz um soneto em versos heroicos (apenas um verso em gaita galega, destoando), com apenas uma rima e fim jocoso (rima presumida).

Modifiquei-o para alexandrino e posto aqui.

Qualquer coisa (versão 12)

Invento, quando em vez, fazer alguma aposta
e nem sequer espero ouvir a tal resposta
em me dizer que agora a mesa já está posta
e não aceitam mais de mim qualquer proposta.

Assim, proposição que vem tão bem disposta
exige uma atenção de mim também composta.
É certo que a assertiva ali era suposta,
é certo, mas do peixe eu como até a posta

e deixo o resto, pois, apenas contraposta
a cauda ou a cabeça. E eu sei que, quando tosta,
a espinha também como - e como! - pois quem gosta

e se alimenta assim jamais fica indisposta,
aceita o que estiver servido à mesa posta
e, assim, se satisfaz , enfim, com qualquer coisa.
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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Dom 06 Mar 2011, 08:03

NÃO!

Ah! Cubro a rubra face em face da surpresa
Aberto, enfim, ao enlace ao dar-se à natureza
À qual eu não me apego e a nego com destreza.
Aquém do que renego? Alego ser defesa.

Andei de grei em grei e vi cada “beleza”!
Assim como quem vê banquete sobre a mesa
Achei de ler o céu e dei co’a luz acesa,
A mesma que sorvi nos dias da dureza.

Agora eu já nem sei quem é rei ou princesa!
Assusta ver que a lei reforça com certeza
A quebra da moral. Não dá pra ter certeza
Aonde vou parar. Só sei que não por presa!

Ainda assim eu digo não e com rudeza
Àqueles que apóiam toda essa baixeza.

Ronaldo Rhusso


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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Seg 11 Abr 2011, 23:20

Bipolar

Transmuto-me e é preciso o siso que não tenho...
Outrora até que o tinha... Ou ele tinha a mim?
Enfim duvido e evito. Oh! Rio mesmo assim!
Os pólos se me dão e dou-me ao que detenho.

É Nick ou definir esse franzir de cenho?
Quem sou agora aqui? Quem sou, me diga, enfim.
No fim eu sou o mesmo e a esmo eu ouço um sim.
Quer vir vem pro começo. A rir eu me atenho...

Se é o melhor remédio o tédio é que é tão mal!
Mas viso outro lugar e o mar me faz tão bem!
Quer briga? Então me siga! Eu faço isso tão bem...

Eu juro que sou eu o eu que é, sim, tão Mal!
E o eu que chora e tal é louco, é, sim, tão Mal!
Sou bi ou tri, não sei. Nem tudo eu sei tão bem...

Ronaldo Rhusso
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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Sab 23 Jul 2011, 23:47


Náufrago...

Vivo e ainda tão só, restrito ao leito pobre,
Basta à minh’alma a calma e o fim do velho pranto
Tão decadente, eu sei, e enfim soltando o canto
Nessa sinestesia o atrito de água e cobre...

E posto que eu houvesse escrito em ouro nobre
As letras de um poema assim em desencanto,
O vosso olhar que é puro e em mim um acalanto
Jamais veria a dor ou grito, ânimo dobre...

Quase logrei cessar tristeza, algoz terrível,
Mas não vi força em meu ser frágil, quase morto.
Toda uma vida aquém do adágio ‘rei deposto’...

Além da linda e vã destreza em ser passível
De ter ness’arte audaz pureza e ainda absorto
Por vossa ausência vil: naufrágio em vosso gosto.

Ronaldo Rhusso
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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Qui 11 Ago 2011, 22:51

E ela nem lerá...

Eu não sei por que não mais me amas, ó Lena!
Tu eras tão serena e agora és um trovão...
Vai ver teu coração não cabe essa alma plena
Ou não mais vale a pena estender-me tua mão.

Buscar qualquer razão (tarefa não pequena)
É enfado que me acena e me deixa sem chão.
Passou-se a Estação ou algo me condena?
Oh! Dói lembrar a cena e o teu sonoro não.

Parece que sou cão a lamber a ferida
E tu que és minha vida abriste mão de mim.
Eu sei chegou o fim. Não terei mais teu sim.

É triste agora assim sem ver uma saída...
Não verei mais guarida e a morte me convida
A abandonar a lida, a vida, tudo, enfim...


Ronaldo Rhusso
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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Qui 08 Set 2011, 23:13

Conjecturas...

Se o mar está sereno, a mente, então, tranquila,
Cavila o pobre tolo; ostenta sua ilusão.
Diz não a tempo ameno; obtuso se perfila.
Desfila em tosco rolo; aumenta a solidão!

Razão não lhe é forte. Entorna a letargia.
Vazia a mente pena; acode ao definhar...
Deixar de ser consorte, envida a euforia.
Se um dia rouba a cena, a fala 'suja' o ar.

Estar não lhe conforma; então o que fazer?
Viver pensando em 'ter'? Por que deixar de 'ser'?
Sorver o que transtorna, evoca insensatez.

Se a tez, por sí, deforma é que chegou a vez.
Freguês do corromper só colhe o mais sofrer.
Querer ter mais que ser é triste! É de doer!

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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Sab 31 Dez 2011, 08:58

Alexandrinamente te afago...

Ela lê minha alma e me atenho a rimar
Percorrendo essa estrada em linha Alexandrina
E me deito na calma através da menina
A me olhar agitada, a sorver, procurar

O mistério que encalma a porção que é mar
Em meus olhos que em nada aborrecem a sina
Enrustida ora em trauma ora em fé pequenina
E se penso que enfada, oh descubro o alegrar...

Sou poeta encantado e, perplexo, eu me deixo
A morrer pro real e deixar o poema
Encontrar o elevado horizonte, seu tema...

Sou poeta irreal quando afogo o desleixo
É que sou obrigado a tirar mão do queixo
E flertar com letal, mas gostoso esquema...

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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Sab 31 Dez 2011, 09:24

Mas não quiseste...

Gostaria que o verso olvidasse o espaço
e dissesse pro tempo: és criança e tens birra!
Gostaria que imerso em fervor do que acirra
todo mal, contratempo, eu deixasse o cansaço.

Mas eu ando disperso e me pego em escasso
dissolver passatempo e sentir-te qual mirra
revivendo reverso olor teu que me espirra
ao passado onde o tempo era o estardalhaço...

Prenda, entenda ou desista: eu sou sem nem ter sido
e de fato, eis o fato embebido em loucura
e sorvido de vista em chorar pela cura...

Se tivesses sentido o que tenho expelido
ao redor do que dista esse amor que hei sofrido
haverias querido o ouvir-me às escuras...

Ronaldo Rhusso
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Fiore



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MensagemAssunto: Leituras   Sab 02 Jun 2012, 12:11

Leituras

Encontrei-me perdido entre as minhas leituras.
Mergulhei bem mais fundo e senti que a beleza
Das histórias que gosto é o reflexo da aura.
É um banquete que põe o melhor sobre a mesa.

Cada página aberta, uma nova aventura...
Cada linha vencida, outra grande certeza
De que a luz que ilumina esse espaço é tão pura...
É repleta de paz, mesmo em meio a surpresas.

O universo que um livro organiza na mente
É completo, real, traz saber, alegria.
Mostra as faces da vida, em momentos singelos.

É um delírio, um prazer tão profundo, envolvente,
Adentrar esse céu pra viver fantasias...
Ter nas mãos esse mundo encantado tão belo...


Reg. EDA/FBN
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Miguel Eduardo Gonçalves



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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Sab 02 Jun 2012, 15:47


-


Última edição por Miguel Eduardo Gonçalves em Qui 21 Ago 2014, 14:26, editado 1 vez(es)
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Eliane Triska

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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Dom 03 Jun 2012, 19:25

Fiore escreveu:
Leituras

Encontrei-me perdido entre as minhas leituras.
Mergulhei bem mais fundo e senti que a beleza
Das histórias que gosto é o reflexo da aura.
É um banquete que põe o melhor sobre a mesa.

Cada página aberta, uma nova aventura...
Cada linha vencida, outra grande certeza
De que a luz que ilumina esse espaço é tão pura...
É repleta de paz, mesmo em meio a surpresas.

O universo que um livro organiza na mente
É completo, real, traz saber, alegria.
Mostra as faces da vida, em momentos singelos.

É um delírio, um prazer tão profundo, envolvente,
Adentrar esse céu pra viver fantasias...
Ter nas mãos esse mundo encantado tão belo...


Reg. EDA/FBN




Muito lindo!!!!!!!!!
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Eliane Triska

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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Dom 03 Jun 2012, 19:31


REVERBERAÇÕES

Eliane Triska


Está dentro de mim... Não quer falar.
Trazida por inquieta vã procura
O sonho faz poeira ao recostar
No corpo a sós... Inútil criatura!


Está dentro de mim... Que o dia a veja!
Só eu a velo ... E, ao morrer, coitada,
Finge à vida e ao dia que a deseja
E volta à terra assim, inacabada.


Comigo é má, mas sua sorte é pouca.
Que céu enviaria um emisssário
Sem idade... sem cor... sem uma roupa?


Quis o silêncio tanto... Que importou?
Só fez ausência, ali, onde o glossário
Deu voz a esse nome que eu sou.


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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Seg 27 Ago 2012, 00:21

Podem crer!

Procurei encontrar um amor diferente;
Um amor que tivesse outra cor e sabor;
Que fizesse ruir meu cansaço e o labor
E tivesse em si mesmo o melhor inerente.

Encontrei tanta gente envolvida em dilema
Parecido com esse inventado por mim
E sorri de mim mesmo outra vez e o carmim
Do meu sangue espargido era um frágil emblema.

É tolice buscar o que não conhecemos!
É tolice olvidar o que temos por perto
E é preciso manter o amor próprio desperto.

Muitas vezes à toa é que nós padecemos
E insistindo no erro é que nunca crescemos.
A ferida só dói quando eu, tolo, a aperto...

Ronaldo Rhusso
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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Seg 05 Nov 2012, 07:10

Falta amor...


Eu vejo tudo e anseio a morte da maldade
que existe em mim, ó D'us, e em meu irmão, perdoa!
Tudo é tão claro, ó Pai, e muito me atordoa,
embora eu ame o bem que é a liberdade...

Por que nos damos, Pai, com força à brevidade,
quando podemos mais, embora muito doa
buscar o bem que no futuro galardoa
e nos transporta, enfim, pro alvo: a Eternidade?

Suplico ajuda a mim e a cada filho teu
que luta contra o eu e contra as tentações,
mas, eis, pratica o mal na mente e nas ações.

Eu sei: quem não amou em si mesmo bateu!
Oh! cada vez aumenta o que se diz ateu
e só porque ainda é noite em corações...

Ronaldo Rhusso

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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Qua 06 Nov 2013, 07:56

Labor poético...

Não poderei ser teu. Não é a hora amor!
Há trabalho a fazer. Eis que aguarda a nação
o meu grande dever. Minha dedicação.
Sou somente um plebeu. Sou quem dá-se em ardor!

Já que alguém concedeu-me o direito de por
o melhor do meu ser através de uma ação,
a fazer por querer em prol da evolução
a função que envolveu-me a delir dissabor...

Eu entendo ser falho e sem merecimento,
mas pretendo honrar... Darei tudo de mim
para realizar tudo até o fim.

Poesia em retalho, a ela, enfim, movimento
verso a verso eu entalho una com o momento
nesse meu laborar bela arte assim...
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MensagemAssunto: Re: O Soneto Alexandrino   Sex 07 Nov 2014, 15:45

Sábado...

Não te querem, eu sei. Tu que, santificado,
Sim, por D’us, não entendo ... És razão do cantar
E em meu eu empreendo a com fé descansar,
A amar santa Lei. Dom por D’us outorgado.

Quantas vezes deixei esse yom separado
Bênção que qual adendo é de Ti gran cuidar;
É de Ti, compreendo, Mão a nos sustentar
Um carinho de Rei. Fico sim mui tocado...

Já não tento provar a quem não entendeu
Quando dizes és Meu. Eis Sinal estendido
A todo filho Teu, a todo redimido.

Eu prefiro é orar. Tu és D’us e não eu
Sei que queres mostrar a quem nunca sorveu
Esse Dom. Mas quem creu? Falta crer decidido...

Ronaldo Rhusso




Não te querem, eu sei.
Sim, por D’us, não entendo ...
E em meu eu empreendo
A amar santa Lei.

Quantas vezes deixei
Bênção que qual adendo
É de Ti, compreendo,
Um carinho de Rei.

Já não tento provar
Quando dizes és Meu.
A todo filho Teu,

Eu prefiro é orar.
Sei que queres mostrar
Esse Dom. Mas quem creu?


Tu que, santificado,
És razão do cantar
a com fé descansar,
Dom por D’us outorgado.

esse Yom separado
é de Ti gran cuidar;
Mão a nos sustentar
Fico sim mui tocado...

a quem não entendeu
Eis Sinal estendido
a todo redimido.

Tu és D’us e não eu
a quem nunca sorveu
Falta crer decidido...


Ronaldo Rhusso


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MensagemAssunto: Torre de Pisa   Sab 27 Fev 2016, 09:12



Foi em 27 de fevereiro de 1964 que o governo italiano pediu ajuda publicamente a fim de salvar a Torre de Pisa (Campanário da Catedral daquela cidade) que já apresentava uma perigosa inclinação de mais de 5 graus. Apenas em 1999 foi traçado um plano que seria bem sucedido em evitar o colapso.
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MensagemAssunto: DIA DO TRABALHO   Dom 01 Maio 2016, 02:13



Neste “Soneto em versos Alexandrinos” usei um artifício do qual gosto muito: Três poemas de uma só vez! Dá um pouco de trabalho, mas hoje, 1º de maio, é Dia do Trabalho, não é?

Então, se você lê o texto todo é um Soneto Alexandrino. Se você lê apenas até o fim do primeiro hemistíquio (sexta sílaba poética ou tônica), então será um Hexassílabo com formato de Soneto (só o formato, pois Soneto mesmo, classicamente falando, tem que ser Decassílabo) e, finalmente, se você lê apenas o segundo hemistíquio (da sétima sílaba tônica em diante) terá outro Hexassílabo!

Exemplo 1: (“Não poderei ser teu. Não é a hora amor!”[Alexandrino] Ou “Não poderei ser teu” ou “Não é a hora amor!” [hexassílabos])

Exemplo 2: (“Poesia em retalho, a ela, enfim, movimento” [Alexandrino] ou “Poesia em retalho” ou “a ela, enfim, movimento” [hexassílabos]).

Procurei tecer um texto bastante simples para que seja de mais fácil compreensão, mas, doravante, vou falar um pouco mais de Elisão, Hemistíquios etc. Até amanhã!



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MensagemAssunto: MÁRTIR ----- JOÃO PESSOA   Ter 26 Jul 2016, 08:14



Em 26 de julho de 1930, o político paraibano João Pessoa é assassinado. A vitória do candidato governista Júlio Prestes nas eleições de março de 1930, derrotando Getúlio Vargas, causou a união da oposição, que culminou na Revolução de 1930. João Pessoa tornou-se o mártir do movimento.
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